Família - Conversando a respeito do Divórcio

 
Há quem diga que o amor acaba! Outros, afirmam que o amor com o tempo se transforma em amizade, em carinho! Será mesmo verdade? Por que então as escrituras nos ensina que o amor é eterno e, a sua chama jamais se apaga? Como acreditar que o que nos move a se fazer uma só carne com a pessoa amada, um dia chega ao fim, se no momento em que contraimos matrimonio, comprometemo-nos a amar por toda a vida, até que a morte nos separe? 
 
Sabemos que conflitos conjugais não é algo raro nos dias de hoje, nem nos dias de outrora. Há sempre um lado que se apresenta insatisfeito com o que tem, e na sua insatisfação busca de todas as formas um meio para escapar de um compromisso firmado tanto no campo físico, quanto no campo espiritual! Por isso, o não atentar-se para a importância do casamento e, o seu propósito, faz com que muitos, conduza-o segundo o curso deste mundo, mediante a dureza do coração humano. E nessa dureza, onde o orgulho, a soberba, a falta de perdão, de humildade, de misericórdia e, de temor, muitos são os que se deixam conduzir a passos largos, rumo a destruição do que era pra ser inabalável, ou seja, para sempre... até que a  morte os separe!
 
Daí a importância do ensino na Congregação de Yah Elohim, de modo a termos enraizado em nossa mente, doutrinas que nos instruam a respeito dos princípios e, mandamentos do Altíssimo para nossa vida, afim de que, andando com integridade no caminho estabelecido por ELE, venhamos em tudo e, em todas as coisas sermos bem sucedidos, a começar no que diz respeito a nossa vida conjugal e, familiar! E, embora há quem diga que Casamento é uma questão de sorte, as Escrituras nos deixa bem claro que, casamento é Princípio ETERNO, portanto, não se trata de um jogo de sorte ou azar, onde ora ganhamos, ora perdemos! Casamento é um projeto de YHWH para a vida do homem e, da mulher, afim de que, juntos, possam constituir uma família nos moldes estabelecidos pelo Altíssimo. Por isso, as Escrituras nos revelam que, quando ocorre um divórcio na Congregação, o Altar de Elohim chora! 
 
Diante disso, resolvemos dar sequência ao estudo a respeito de Família, abordando nesse Estudo, o seguinte tema: Divórcio.
 
Abordarmos esse assunto, não é algo fácil, quando na sociedade em que estamos inseridos, casamento passou a ser visto como algo que tem prazo de "validade"; como algo que se mantém enquanto está dando certo... outros vêem casamento como algo desnecessário, porém, não é esse o ensino escritural! Casamento é Princípio... um projeto do próprio Altíssimo! E, muitos por não se atentarem para esse fato, não dão ao matrimônio a devida importância que lhe compete! E, nesse descaso, assumem compromisso sem conhecimento de causa e, na falta de conhecimento, o que se tem é prejuízo!
 
Não é raro vermos pessoas que, em razão de frustrações em seu relacionamento conjugal, não conseguem confiar nas pessoas; não acreditam no amor vivem uma vida amargura, de frustrações... já outros, "livres" de seu compromisso, lançam-se ao deleite de sua liberdade, entrando em vários relacionamentos, o que aumenta ainda mais, sua desconfiança a respeito de fidelidade... para esses, o errado é sempre o outro e, no cansaço proveniente de suas frustrações, o perigo de embriagar-se com o ciúme, levando a violência física, está sempre à porta! 
 
Por isso, com base nas Escrituras, enfatizamos a importância de se ensinar a respeito de matrimônio... de se ensinar a respeito do que é o Amor, de modo que, este, sendo a base do relacionamento conjugal, conceda ao casal, o amadurecimento necessário, a sabedoria e, a humildade necessários, para lhe dar com as adversidades que porventura surgirem no caminhar dessa vida a dois!
 
Assim sendo, acerca desse assunto, constantemente temos nos deparado com pessoas lutando para fazer valer seus direitos e, muito das vezes os de terceiros! Pessoas que dão tudo de si para se manter no emprego, para entrar numa faculdade, para honrar com sua palavra..., mas que não se empenham com o mesmo afinco, para manter o que lhe foi dado como Princípio! E, nisso, infelizmente, acabam buscando no divórcio, a solução para os conflitos conjuguais que vivenciam! 
 
Amados..., para Yah Elohim, a solução não está e, nunca esteve na quebra da aliança, seguida pelo divórcio, mas sim, na capacidade de buscarmos no amor, na paciência, na humildade, a reconciliação, afim de manter vivo, o que foi estabelecido com o propósito de ser Pra Sempre!
 
Quando o casal passa a agir segundo suas emoções, corre o sério risco de pagar o mal que recebe, com o mal! A indiferença, com a hostilidade, a frieza com a insubordinação e, a falta de respeito com agressões verbais e físicas! O agir dessa forma, faz com que muitos acreditem que estarão dando uma lição no outro, mas na verdade, sem saber, estão acelerando o processo do fim!
 
Mas a questão é: o que leva o casal a optar pelo divórcio? É o divórcio a vontade do Altíssimo para o conflito conjugual?
 
Na verdade, o Altíssimo abomina o Divórcio! Quando a Aliança matrimonial se realiza, não são apenas os parentes do noivo e, da noiva, que assistem ao casamento, tornando-se testemunhas deste, mas também e, principalmente, Altíssimo, o qual se coloca como Testemunha Fiel da Aliança estabelecida entre os cônjugues, conforme nos é descrito em Malaquias 2:14. 
 
Quando se estabelece uma união matrimonial, manifesta-se a escolha do cônjugue em ter a seu lado, aquele(a) que escolheu como sendo a sua nefesh(pessoa/Ser/vida) semelhante, a qual aguardava para se fazer uma só carne com ele(a)! Daí, Yah Elohim, torna-se testemunha NÃO APENAS do respeito, da atenção e, dos cuidados de um para com o outro, MAS TAMBÉM, da infidelidade que porventura houver de um para com o outro.
 
Malaquias 2:14 "E dizeis: Por quê? Porque YHWH foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança."
 
Malaquias 2:16 "Porque YHWH, Elohim de IsraEl diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz YHWH dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso Rurra, e não sejais desleais."
 
 
No hebráico, o termo odiar e/ou ser odioso, vem de שנא (pronunciamos: Sãne), o qual, segundo Van Groningem¹, exprime uma análise emocional diante de pessoas ou coisas que são combatidas, detestadas, desprezadas e, com as quais, não se deseja ter nenhum tipo de contato ou relacionamento. Portanto odiar ou ser odioso, é o oposto de amar e, sendo YHWH o próprio ahavah(amor), aquele que não tem em si, esse amor, não é identificado no reino espiritual como sendo do Altíssimo.
 
Diante disso, é importante compreendermos que, do mesmo modo que há uma Aliança entre YHWH e IsraEl; entre Yeshua haMashiach e a Congregação que lhe foi confiada pelo PAI, a mesma Aliança se dá com a união matrimonial! Por isso, o repúdio se torna abominável aos olhos do Altíssimo, porque impede que, na Aliança matrimonial, o reflexo da Aliança estabelecida no Reino espiritual, a qual é irrevogável, monogâmica e, imaculada, seja manifesta
 
Mas... cientes que o divórcio NÃO É e, NUNCA FOI a vontade do Yahu, como explicarmos o direito de divórcio concedido do Antigo Testamento?
 
Antes de começarmos a adentrar nesse assunto, é preciso termos bem definido, o conceito de divórcio, afim de que compreendendo-o, possamos avançar no que diz respeito a divórcio e, as consequências dele na vida do casal. 
 
De acordo com o dicionário², Divórcio (do latim: divortium), no seu sentido lliteral, é uma interrupção legal do casamento e, geralmente, efetuada na presença de um juiz. Já no sentido figurado, Divórcio pode ser definido como qualquer tipo de separação ou rompimento entre coisa(s) e/ou pessoa(s); rompimento.
 
No que diz respeito ao hebraico, encontramos duas palavras que nos remetem a Divórcio, as quais são:
 
a) O termo Garash (גרש) , cujo significado pode ser: 
1 - repudiar; 
2 - expulsar; 
3 - pôr pra fora.
 
b) O termo Keritut (כְּרִיתֻת֙), o qual procede da raíz Kerith, que tem como significado: cortar, dividir, mas também pode ser encontrado com a seguinte definição:
 
a) Divórcio, conforme os textos abaixo:
 
1 - YermYahu(Jr) 3:8 - " E vi que, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério a rebelde Israel, a despedi, e lhe dei a sua carta de divórcio, que a aleivosa Yehudah, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu."
 
 
 
2 - YeshaYahu(Is) 50:1 - " Assim diz YHWH: Onde está a carta de divórcio de vossa mãe, pela qual eu a repudiei ? Ou quem é o meu credor a quem eu vos tenha vendido? Eis que por vossas maldades fostes vendidos, e por vossas transgressões vossa mãe foi repudiada."
 
 
 
b) Repúdio, conforme o texto abaixo:
 
Deuteronômio 24:1 - " Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa."
 
 
Um ponto importante a ser mencionado é, que o repúdio na sociedade patriarcal do povo Yehudim, não partia da mulher, mas sim do homem, o qual tinha o poder de romper o relacionamento através do repúdio.
 
Agora que já conceituamos o termo Divórcio, adentraremos no ensino desse tema, afim de compreendê-lo melhor! E, para isso, analiseremos o ensino dado através de Moshe; através do Mashiach Yeshuae, através do emissário Shaul.
 
I - analisando o Divórcio, através da Lei Moshe
 
 
No que diz respeito a Divórcio na Lei de Moshe, este poderia ser concedido ou não! Iria depender da situação em que os cônjugues se encontrassem. Para quem buscava na Lei de Moshe uma brecha para obter o divórcio, assim fazia, por não se atentar que, a própria Lei estabelecia meios para evitar o divórcio/repúdio, buscando para isso a RECONCILIAÇÃO, salvo no caso de adultério, onde as partes pegas nesse desvio, tinha como sentença, a morte, conforme podemos observar no texto abaixo:
 
Deuteronômio 22:22  "Quando um homem for achado deitado com mulher que tenha marido, então ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher, e a mulher; assim tirarás o mal de IsraEl."
 
Também encontramos nas Escrituras, situações em que o divórcio era concedido em razão da dureza do coração do homem, mas para isso, fazia-se necessário emitir uma carta de repúdio/divórcio, além de restituir o dote da mulher repudiada. Em outras situações, o repúdio de maneira nenhuma poderia ser concedido! Vejamos abaixo duas situações em que o divórcio era proibido:
 
1ª situação - quando um homem acusasse falsamente a sua esposa de ter tido relações  sexuais ilícitas antes do casamento 
 
Deuteronômio 22:13-19 "Quando um homem tomar mulher e, depois de coabitar com ela, a desprezar e, imputar-lhe coisas escandalosas e, contra ela divulgar má fama, dizendo: Tomei esta mulher, e me cheguei a ela, porém não a achei virgem; Então o pai da moça e sua mãe tomarão os sinais da virgindade da moça, e levá-los-ão aos anciãos da cidade, à porta; e o pai da moça dirá aos anciãos: Eu dei minha filha por mulher a este homem, porém ele a despreza; e eis que lhe imputou coisas escandalosas, dizendo: Não achei virgem a tua filha; porém eis aqui os sinais da virgindade de minha filha. E estenderão a roupa diante dos anciãos da cidade. Então os anciãos da mesma cidade tomarão aquele homem, e o castigarão. E o multarão em cem siclos de prata, e os darão ao pai da moça; porquanto divulgou má fama sobre uma virgem de Israel. E lhe será por mulher, em todos os seus dias não a poderá despedir."
 
 
2ª situação - quando um homem tivesse relações sexuais com uma donzela e, o pai da jovem compelisse-os a se casarem

Deuteronômio 22:28-29  "Quando um homem achar uma moça virgem, que não for desposada, e pegar nela, e se deitar com ela, e forem apanhados, então o homem que se deitou com ela dará ao pai da moça cinqüenta siclos de prata; e porquanto a humilhou, ser-lhe-á por mulher; não a poderá despedir em todos os seus dias."
 

 
Todavia, quando não havia motivos para o repúdio, cabia ao homem conceder a parte repudiada um documento que atestasse que ela tinha sido repudiada pelo marido, conforme podemos observar no texto abaixo:
 
Deuteronomio 24:1-4 "Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa. Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem e, este também a desprezar e lhe fizer carta de repúdio, e lhe der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada."
 
Observem que no texto acima temos os seguintes pontos abordados:
1 - o homem ao repudiar a sua mulher, por motivo que não seja o adultério, concedia a esta, carta de divórcio;
2 - o divórcio por motivos banais, isto é, que não seja motivado em razão do adultério, traz contaminação para a parte repudiada.
3 - a Lei limita com o divórcio, a concepção de casamentos futuros.
 
Mas, a questão é: por que era concedido a mulher carta de divórcio, se bem sabemos que o Altíssimo abomina tal atitude? E a resposta é: para que a mulher rejeitada, por motivo que não fosse o adultério e, ou por coisas indecentes praticadas( as quais não são definidas nas escrituras), não vivesse em condições de miséria e, nem levada a prostituição para sobreviver. E de que maneira, a carta de repúdio beneficiaria a repudiada, de modo que a mesma, não passasse privações? Para obtermos a resposta para essa pergunta, faz-se necessário compreendermos o seguinte: ao firmar um compromisso com a noiva escolhida, o jovem entregava ao pai da noiva, um dote, afim de compensá-lo pela perda da filha. Esse mesmo dote, retornava à filha nas seguintes condições: 

1 - caso o marido e/ou os pais viessem a falecer;
2 - no caso de ser repudiada pelo marido, por motivo que não seja o adultério.

 
Assim sendo, é preciso nos atentarmos para o seguinte: a carta de divórcio NÃO era uma regra, mas uma exceção, onde através dela, o Altíssimo manifestava a sua misericórdia e, compreensão para com a repudiada, de modo que a mesma, viesse estar protegida contra calúnias, que a associasse a condição de adultera! Observem que a Lei NÃO diz que através da carta de divórcio, a mulher poderia contrair novo matrimônio!! O que temos, é o seguinte ensino: a mulher repudiada, ao sair de sua casa e, casar-se com outro e, este também a repudiar, concedendo-lhe carta de divórcio, ou este último que a tomou como mulher vier a falecer, o primeiro marido dessa mulher NÃO poderá tomá-la novamente como esposa, uma vez que foi CONTAMINADA! (Dt.24:1-4)
 
 
II - o ensino de Yeshua acerca do divórcio; 
 
 
Vejamos o texto abaixo:
 
MatitYahu(Mt)19:3-9 "Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Elohim ajuntou não o separe o homem. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moshe dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes Ele: Moshe, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério."

 

Observem que Yeshua fez uso do texto que se encontra em Bereshit(Gn), para ensinar que casamento não é meramente a união de homem e mulher, ou seja, não é apenas uma união física, emocional e, sentimental, mas também uma união espiritual, na qual segundo o conceito judáico, é o encontro de duas metades, separadas no momento de seu nascimento e, que através do casamento se reencontram, completando uma a outra! Por isso, é dito: não separe o homem, o que Elohim uniu.
 
O divórcio nunca fez parte do que YHWH instituiu como sendo bom aos seus olhos! Porque, através do casamento, o cônjugue aprende que as diferenças, imperfeições, qualidades, anseios, pontos de vista que nem sempre coincidem, o respeito mútuo e, o desejo de fazer e ver o outro feliz e realizado, são situações nas quais, o Altíssimo, através do seu amor, ensina-nos a amar! A amar sem peso e sem medida, sem fingimento, um amor que tudo suporta, que tudo crê, que é paciente, que não maltrata, não agride, não espanca, mata, não é egoísta, nem suspeita mal! Por isso, somente quando fazemos daquEle que é o próprio amor, o centro de nossa vida, é que somos capazes de manifestar o que com ELE aprendemos a amar nosso próximo, como a nós mesmos!
 
Vejamos abaixo mais um texto, atentando-nos para a parte sublinhada:
 
Deuteronomio 24:1-4 "Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa. Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem e, este também a desprezar e lhe fizer carta de repúdio, e lhe der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada."
 
 
Quando Yeshua foi questionado pelos fariseus acerca do divórcio, estes fizeram uso do texto acima para justificá-lo. E, o que nos chama a atenção nesse texto é : O que tornava a mulher repudiada, contaminada a ponto de não poder retornar para o seu primeiro marido?
 
Compreender essa questão, ajuda-nos a entender que a Lei de Moshe, de maneira nenhuma estimulava ou favorecia o divócio, ao contrário, restringia-o, de modo que a repudiada não apenas se tornava impura, caso contraisse novo matrimônio, como também estava impedida de retornar para o primeiro marido! Assim sendo, que CONTAMINAÇÃO é essa que tornava a mulher impura? A resposta é: o DIVÓRCIO por motivos banais, isto é, quando o repúdio se dava em razão da dureza do coração do homem e, NÃO em decorrência de relações sexuais ilícitas. Nesse caso, o divórcio por motivos banais, coloca tanto a repudiada que porventura contrair outro matrimônio, quanto aquele que a tomá-la por mulher e, do mesmo modo o marido que a repudiou, caso este venha casar-se novamente, em condição de adultério! É esse entendimento que faltava aos fariseus! Por isso, para eles, duro foi ouvir de Yeshua: "o que YHWH uniu, não separe o homem!". E, o que se separar por motivo que não seja o adultério, peca.
 
Lucas 16:18 "Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também."
 
Quanto ao ser questionado acerca da carta de divórcio, a resposta de Yeshua foi: " a dureza do vosso coração, permitiu que fosse concedido a carta de divórcio." E, diante disso, surge-nos a seguinte pergunta: o que seria essa dureza do coração humano? E a resposta é: a incapacidade de cuidar do que lhe é confiado! Agir sem misercórdia, sem compaixão..., enfim, o agir sem amor para com o seu cônjugue, fez com que a carta de divócio fosse concedida, afim de que a repudiada não fosse entregue ao total abandono e, com o abandono vivesse em total miséria ou, levada a prostituição para sobreviver!
 
Diante disso, podemos compreender porque somos levados a buscar incansavelmente a RECONCILIAÇÃO, ao invés do divórcio, porque, o buscar viver juntos e, BEM, ajuda-nos a amadurecermos no amor, no respeito de um para com o outro, na misericordia, na paciência, na humildade e, na emunah, os quais são princípios Elohimicos e, fundamentais no sustento de uma relação conjugal.
 
Daí a necessidade de compreendermos o quão importante é o amor! Pois, somente ele e, nele é possível tornar indissolúvel o casamento que YHWH instituiu como sendo bom tanto para o homem, quanto para a mulher! Por isso, quando questionado pelos fariseus, Yeshua dá uma resposta na qual deixa claro que, o divórcio é resultado da dureza do coração do homem, ou seja, de sua incapacidade de amar sua esposa, assim como o Altíssimo nos tem amado... do mesmo modo que Yeshua tem cuidado da Congregação que lhe foi confiada e, por esta, dá a sua vida, conforme podemos observar no texto abaixo:
 
Efésios 5:25-33 " Maridos, cada um de vós amai a vossa esposa, assim como Mashiach(Ungido) amou a sua Congregação e sacrificou-se por ela, afim de santificá-la, tendo-a purificado com o lavar da água por meio da Palavra, e para apresentá-la a si mesmo como Congregação gloriosa, sem mancha nem ruga ou qualquer outra imperfeição, mas santa e inculpável. Sendo assim, o marido deve amar sua esposa como ama o seu próprio corpo. Quem ama sua esposa, ama a si mesmo! Pois ninguém jamais odiou o próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, assim como Mashiach(Ungido) zela pela Congregação, pois somos membros do seu Corpo. Por este motivo, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua esposa, e os dois se tornarão uma só carne. Este é um mistério grandioso; refiro-me, contudo, à união entre Mashiach(Ungido) e sua Congregação. Portanto, cada um de vós amai a sua esposa como a si mesmo, e a esposa trate o marido com todo o respeito. "
 
É esse ahavah(amor) que nos leva a perdoar e suportar as diferenças, porque o casamento nos instrui a isso: a conviver com as diferenças! E é nas diferenças que somos submetidos a um exercício constante da paciência, da capacidade de perdoar, de se colocar no lugar do outro, alcançar a maturidade juntos, do sorrir juntos, do chorar juntos, de fazer as pazes no tempo hábil, de modo que não haja tempo para se formar na alma dos cônjugues, raíz de amargura, a qual contamina a relação do casal!
 
Portanto, este é o discernimento que obtemos com o ensino de Yeshua: somente por razões de relações sexuais ilícitas é possível ser concedido o divórcio!
 
 
III- o ensino de Shaul acerca do Divórcio
 
 
Ao analisarmos os ensinos de Shaul acerca do divórcio, deparamo-nos com os seguintes grupos, relacionados abaixo:
 
1° - o grupo formado por casais que contrairam casamento na Congregação, ou seja, ambos crentes em Yeshua
 
No que diz respeito aos que contraem matrimônio na Congregação de Yah Elohim, o que se espera destes, é o compromisso para com o princípio estabelecido pelo Altíssimo, como algo bom para a vida do homem, proporcionando a este a capacidade de compartilhar com aquela, feita de uma parte extraída de si mesmo,  tudo o que de Elohim recebeu, a saber: a capacidade de amar, cuidar, respeitar e, de ter unidade. E, no caso da mulher, encontrar no homem, o seu arrimo, isto é, o  seu amparo, aquele que lhe transmita segurança, zelo e, tudo o mais que este recebeu da parte do Altíssimo, para compartilhar com ela! Assim sendo, o que YHWH uniu, não separe o homem!
 
Diante disso, é preciso termos em mente o seguinte: Casamento feito sob as bençãos do Altíssimo, resulta em benção para a familia constituida! Logo, o que do Altíssimo temos recebido, é para o sustento e, manutenção do que aos seus olhos é bom! Daí, compreendermos que, não é a emoção que sustenta o casamento, nem o rosto bonito, nem o vigor da juventude, mas sim, o que provém do Yahu, a saber: o ahavah(amor), o qual, NÃO é sentimento, mas SIM, um mandamento que, ao ser colocado em prática, faz com que ao olharmos para o nosso cônjugue, enxerguemos nele(a) o melhor de Elohim para nós! 
 
Vejamos os textos abaixo:
 
1 Cor.7:10-11 "...aos casados mando, não eu mas YHWH, que a mulher não se aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher."
 
1 Cor.7:27 "Estás ligado à mulher? não busques separar-te."
 
1 Cor.7:33 "Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a mulher."
 
1 Cor.7:39 "A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no YHWH."
 
Como podemos observar nos ensinos que Shaul concedeu a Congregação em Corintios, ele deixa bem claro que, não existe divórcio para crentes, isto é, para os que compartilham da mesma emunah em Mashiach(Ungido) Yeshua! E assim acontece, porque bem sabemos que a aliança matrimonial, estabelecida entre homem e mulher, reflete no reino espiritual, a Aliança existente entre Yeshua e a Congregação que lhe foi confiada, Aliança essa indissolúvel!
 
Diante disso, um conselho importante a respeito do casamento e, que deve ser constantemente trazido a memória do homem é: "homem, você que é casado? Então cuide de como agradar a sua esposa! Não se aparte dela. E quanto a mulher, esta deve ter em mente o seguinte:: "mulher, está casada? Então cuide de como agradar seu esposo! Não se aparte do seu dele! 
 
Como podemos perceber, através do casamento, somos levados ao seguinte exercício diário: AMAR! Portanto, estando casado(a), não busque separar-te! Pois, o que vos une é, o que vos vos instrui no amadurecimento da relação conjugal. Portanto, somente com a morte de um dos cônjugues, é que a outra parte estará livre para contrair novo matrimônio!
 
1 Corintios 7:39 "A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no YHWH."
 
Romanos 7:1-3 "Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido."
 
 
2° - o grupo formado por pessoas que contrairam matrimônio fora da Congregação. Neste caso específico, deparamo-nos com a seguintes situação:
 
1 - apenas um dos cônjugues, torna-se crente em Yeshua;
 
Vejamos o texto abaixo:
 
1 Corintios 7:11-15 "Mas aos outros digo eu, não YHWH: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe. E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe. Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Elohim chamou-nos para a paz."
 
Há, quem acredite ao ler as instruções de Shaul concedida a Congregação em Corintios que, no caso de casais em que apenas um dos cônjugues é crente, quando a parte ímpia decide se apartar, o crente além de se tornar livre da servidão, poderá contrair novo casamento, o que de acordo com as Escrituras, não é verdade! Em nenhum momento encontramos no ensino de Shaul, algo que vá contra o que é princípio ETERNO! Assim sendo, o que precisamos ter em mente é o seguinte: O ser livre, NÃO significa que o crente pode contrair novo matrimônio! O ser livre está relacionado a não viver sob servidão, pois o crente foi chamado para a paz! Por isso, em relação a esse tipo de relacionamento, Shaul completa o ensino dizendo:  "E assim cada um ande como Elohim lhe repartiu, cada um como Yeshua o chamou." (1 Cor.7:17). 
 
Parafraseando, podemos entender o seguinte: cada um ande conforme Elohim lhe repartiu, ou seja, separado, solteiro e, conforme foi chamado por Yeshua, isto é: Fostes chamado casado? Permaneça casado! Fostes chamado solteiro? permaneça solteiro!, sendo que, aquele que deseja casar-se, faz bem, porque o casamento é bom aos olhos de Elohim!
 
Diante disso, é possível compreendermos o por quê dos discípulos após ouvirem do Mestre o ensino a respeito do divórcio/repúdio sem motivos, terem dito o seguinte: "Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar." E, como resposta, assim disse Yeshua: " Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido." Mt19:10-11
 
De acordo com o texto acima, dá-nos a entender que na concepção dos discípulos, o homem poderia repudiar sua esposa quando esta, perdesse sua jovialidade, quando não atendesse mais aos seus interesses, quando em razão da velhicese tornasse um peso em razão da velhice, enfermidade, o não poder gerar filhos... 
 
Somente quando não buscamos nossos prórpios interesses, é que conseguimos compreender e, submeter-nos a vontade do Altíssimo!
 
Por outro lado, há pessoas que acreditam, ou "querem por conveniência" acreditar que, em razão de terem contraído matrimônio antes de receberem as Boas Novas de salvação, o casamento deles pode ser desfeito, quando inseridos na Congregação! O que não é verdade, pois casamento é PRINCÍPIO, logo, não se deu segundo a vontade do homem, mas sim, segundo a vontade de YHWH, o qual vendo que todos os animais tinham seus respectivos pares, com exceção do homem, percebeu que não era bom que este vivesse só, pois do contrário, como este poderia perpetuar sua espécie, sem uma pessoa na qual ele identificasse como sua semelhante e, com esta, constituisse uma família? 
 
Portanto, independente de onde foi contraído o pacto matrimonial, ele continua valendo, mesmo quando os que receberam as Boas Novas, são inseridos na Congregação. E, no caso em que um dos cônjugues é crente, o ensino que Shaul nos fornece é o seguinte:  "permitindo o descrente conviver com o crente, não se aparte dele." 
 
E, nisso, surge-nos a seguinte pergunta: Por que Shaul deu essa instrução aos crentes da Congregação localizada em Corintios? E a resposta é: para trazer ao entendimento dos crentes que alí se encontravam, a importância da santificação tanto no que diz respeito a vida conjugual, quanto a vida familiar existente na relação entre o crente e, o incrédulo!
 
E, nisso surge-nos a seguinte pergunta: Que santificação é essa?
 
Para entendermos a respeito dessa Santificação, precisamos ter em mente o seguinte: o mundo jaz no maligno! Logo, os que nascem no mundo, já nascem mortos no pecado e, precisam ser alcançados pela Luz, de modo que as trevas não tenham mais poder sobre a vida deles! Quando um casal se dá em casamento FORA do Reino de Yah Elohim, eles estabelecem uma união nesse mundo trevoso. Assim sendo, quando um dos cônjugues recebe Yeshua e, crê no Nome de quem O enviou, o que temos é o seguinte:
 
a) onde outrora a atuação das trevas era predominante, a Luz que habita na vida do convertido, passa a impactar as trevas, minimizando o seu poder de ação!;
 
b) onde antes reinava a impiedade, a Justiça de Elohim manifesta na vida do convertido, minimiza o poder de ação dessa impiedade!
 
 
É por isso, que ao receber de Elohim, o que no reino das trevas não há, a saber: VIDA, LUZ, VERDADE e, AHAVAH(Amor), o crente passa a ter as condições necessárias para Santificar o seu cônjugue, os seus filhos e, a sua casa! Mas como assim? A resposta é simples: a presença de Elohim na vida do crente o restaura e, o santifica, de modo que ao invés do descrente influenciar o crente, é o crente que o influenciará, mediante o fruto do Ruach, os quais são: ahavah(amor), gozo, shalom, longanimidade, benignidade,bondade, emunah(fé)mansidão, temperança - Gálatas 5:22
 
Daí compreendermos, quando Shaul fala: "permitindo o descrente conviver com o crente, não se aparte dele." Porque a presença do crente no âmbito conjugual e familiar, reduz e/ou minimiza a ação das trevas, isto é, onde o poder das trevas era abosluto, agora deixa de ser!
 
 
Compreendendo a respeito do abando inexorável
 
Há pessoas que pensam que o viver debaixo do mesmo teto e, o dividir a mesma cama, é o suficiente pra afirmarem que estão casados! Mas, na verdade sabemos que, casamento vai muito além disso, pois não se limita a espaço físico, ao contrário, o casamento expande seu horizonte à medida que colocamos em prática, o compromisso de cuidar, zelar, auxiliar e, amar nosso seu cônjugue! 
 
Um casamento não se sustenta com o que perece, nem com o que envergonha e, muito menos com o que oprime! A base de um casamento, dá-se com o que de Elohim temos recebido: Amor! Amor para cuidar do que nos é confiado! Amor para respeitar, para compartilhar alegria, tristeza, conquistas e perdas e, para suprir as necessidades um do outro!
 
Por isso Shaul ensina que é a parte incrédula que deve pedir a separação e/ou, o divórcio, pois é nessa parte incrédula que encontramos abandono e, o pouco caso em cuidar do que lhe foi confiado.
 
Infelizmente, encontramos pessoas que embora casados, querem viver uma vida de solteiro(a)! São pessoas despreparadas emocionalmente, espiritualmente e, financeiramente. Não são felizes e, acabam fazendo os que estão a sua volta, pessoas infelizes, também ! Assim sendo, o abandono inexorável, retrata a omissão, a negligência, o desamparo e, a falta de responsabilidadede que um dos cônjuges demonstra para com o outro.
 
No abandono inexorável³, a parte incrédula não aceita assumir seu devido papel na relação conjugal, o que o leva a agir de maneira inflexível, sem compaixão, sem misericórdia, sem o devido respeito e, atenção que o outro merece, sem manifestar arrependimento por suas más atitudes, rejeitando os bons conselhos! É esse abandono, marcado por brigas, nas quais agressões físicas e verbais passam a ser rotina na vida do casal e, na vida dos filhos, que torna a convivência famíliar um martírio para a parte mais fraca! 
 
Há casos em que o marido, como chefe da família, não promove o sustento da mesma! Não assume as contas da casa, colocando sobre a esposa ou dos filhos e, até mesmo de terceiros, uma responsabilidade que é dele! Em outros casos, encontramos mulheres que não zelam por sua família, não se preocupa em dar o melhor de si para o marido e, nem para os filhos! Vivem constantemente na casa de amigas esquecendo de sua própria casa! Assim sendo, quando todo esse cuidado devido a ambas as partes deixa a desejar, tornando o convívio insuportável, visto que, tanto o homem quanto a mulher tem suas responsabilidades em promover o bem estar físico e emocional do seu cônujgue, o que temos, é o abandono inexorável.
 
Daí, é importante termos em mente o seguinte: casamento é PRINCÍPIO! E como tal, outorga ao casal responsabilidades que resulte na harmonia familiar! E, de que modo é possível alcançarmos essa harmonia? Agindo da mesma forma que o Altíssimo tem agido para com a humanidade: com amor, com zelo, com cuidado, paciência, humildade e, perdão! Quando não somos capazes de cuidar do que nos é confiado, não estamos aptos para contrair casamento! Por isso, muitos são os casamentos que não se mantém, pois são firmados nas circunstâncias, tais como: gravidez fora do casamento, dar uma satisfação aos familiares, por interesses financeiros, necessidade de sair de casa, medo de ficar sozinho(a), enfim... são vários os motivos que levam as pessoas a contrairem casamento, mas a questão é: Como essas pessoas manterão o compromisso firmado, pautando-o nas circunstâncias, visto que é o amor, a base que sustenta o casamento, levando-nos a compartilhar com quem nos foi confiado, o melhor que há em nós?
 
Portanto, sabedores que os filhos da luz, não foram chamados para a servidão, nem para viver uma vida de abandono, uma vez pois que, a parte incrédula decidiu apartar-se do crente, este(a) crente segundo Shaul, está LIVRE! O que NÃO significa que poderá contrair novo matrimônio.
 
 
Busque insesantemente a RECONCILIAÇÃO, pois o viver junto e, bem, agrada a Yah Elohim! O divórcio não é e, nunca foi a melhor solução para resolver conflitos conjuguais. Portanto, segui o amor e, buscai a paz, pois o melhor de uma vida a dois, só se mantém com o amor!
 
 
Bibliografia:
 
COSTA BENTHO, Esdras. A família no Antigo Testamento. História e Sociologia. Rio de Janeiro: CPAD,2014.
Bíblia Hub interlinear
Bíblia Almeida Corrigida
Bíblia de Estudo - Palavras Chave - Hebraico-Grego. CPAD
Dicionário VINE
Dicionário Hebraico-Aramaico
 
Notas 
¹ VON GRONINGEN, G. "Odiar". In.: HARRIS, R. Laird - Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998, p.1489
² https://www.dicio.com.br/divorcio/
³ https://bereianos.blogspot.com.br/2015/07/casamento-divorcio-e-novo-casamento-33.html#.VctqS_lViko
 

Contato

Oholyao em Queimados RJ

estudosescriturais@gmail.com

Pesquisar no site

© 2014 Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por Webnode